AÉCIO NEVES PRESIDENTE: Aécio Neves fala sobre a visita do Papa

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Em sua coluna na Folha de São Paulo, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, falou sobre a visita do Papa Francisco e o legado deixado por ele aos brasileiros. “Exemplos revigorantes e uma oportuna mensagem de otimismo, tão necessária neste ano de tantas dificuldades”, afirmou o tucano.

“Quem o viu pela televisão ou ao vivo nos lugares onde esteve, pôde obter a personificação de um novo sentido de liderança, marcado por posições reformadoras, emblemáticas e grandes simbolismos, nesta hora em que tantos questionamentos recaem sobre aqueles que têm a responsabilidade de dirigir instituições: dispensou protocolos de chefe de Estado, desfilou pelas avenidas em carro simples e com as janelas abertas e impediu as ostentações e os exageros de praxe, buscando mais sinergia com os fiéis, postura que adotou desde o primeiro momento em que foi escolhido como sucessor de Bento XVI”, observou Aécio.

O senador falou, também, da importância do discurso dele voltado para os jovens, que tanto precisam de palavras de apoio. “Se a juventude esteve no centro de suas mensagens, foi enfático ao advertir que a sociedade deve assegurar a ela as condições ‘materiais e imateriais’ para o seu desenvolvimento, oferecendo fundamentos sólidos sobre os quais se deve construir a vida. Garantir-lhe segurança e educação. Transmitir-lhe valores duradouros, como espiritualidade, solidariedade, perseverança, fraternidade e alegria”.

O argentino Jorge Mario Bergoglio escolheu seu nome como Papa em homenagem a são Francisco de Assis, indicando a ênfase que colocaria na defesa dos mais carentes. Sendo assim, expôs abertamente sua visão sobre a questão social nos dias de hoje e não teve problema, durante sua visita à comunidade Varginha, no Rio de Janeiro, em fazer um apelo para que ninguém permaneça insensível às desigualdades e possa contribuir para acabar com as injustiças: “A medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais necessitados”, disse durante a passagem.

O Papa Francisco mostrou-se bem sintonizado com as manifestações de junho no Brasil. Entre a “indiferença egoísta” e o “protesto violento”, termos usados por ele, pregou a alternativa do diálogo e defendeu o respeito aos princípios éticos. “O futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando a pobreza”, disse. “Esse permanece sendo o objetivo em torno do qual todos devemos nos unir”, concluiu Aécio.

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