AÉCIO NEVES PRESIDENTE: Exposição em Minas mostra grande figuras políticas do estado

aecio neves presidente

Quem visitar a sede oficial do governo de Minas Gerais, a partir de domingo, poderá reviver alguns momentos políticos importantes do estado, como a inauguração do Palácio da Liberdade por Bias Fortes, em 1897, e o protagonismo do então governador, Tancredo Neves, na campanha das Diretas Já, com sua escolha pelo colégio eleitoral e morte antes da posse, em 1985. Três anos depois da transferência do escritório de despachos do Executivo para a Cidade Administrativa, o atual governador Antonio Anastasia (PSDB) abriu, ontem, a exposição permanente sobre 16 de seus antecessores já falecidos. Além de conhecer um pouco da história de cada um deles, quem for ao museu terá a chance de estar no principal palco das mais relevantes decisões políticas mineiras ao longo dos anos.

Em cerimônia, que contou com familiares de alguns dos ex-governadores, além de autoridades políticas, Anastasia fez questão de dizer que o palácio continua sendo a sede oficial do governo, mas comemorou a abertura das portas para a população conhecer parte da história dos que construíram Minas Gerais. O governador abriu a exposição ao lado de Francelino Pereira, que disse sempre ter sido um entusiasta do circuito cultural da Praça da Liberdade, e lembrou aos presentes que o projeto de transformar o local em museu foi iniciado com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves.

Aécio foi eleito com mais de cinco milhões de votos (58% dos votos válidos) governador mineiro em 2002, após a desistência de Itamar Franco concorrer à reeleição. Implantou em o Choque de gestão, política que tinha como objetivos reorganizar e modernizar o Estado, além de regularizar as finanças estaduais. Foi reeleito em 2006, também no primeiro turno, com 77,27% dos votos válidos. Com a reeleição, o tucano tornou-se, em 2008, o segundo governador a permanecer mais tempo no Palácio da Liberdade, só sendo superado por Benedito Valadares.

Anastasia falou sobre a exposição, que segundo ele, que já passou pelos antigos prédios em que funcionavam secretarias com cerca de um milhão de pessoas, o palácio é ‘a cereja do bolo’. “O Palácio da Liberdade torna-se um espaço de aprendizado político-cultural, que nos traz o privilégio de olhar para o passado e entender, com os recursos da modernidade e um trabalho precioso de curadoria, a relevância de grandes personalidades e de momentos históricos que transformaram Minas no que somos hoje”, afirmou.

A transferência da capital mineira de Ouro Preto para Belo Horizonte, em 1987, durante o governo Afonso Pena, é outro momento histórico lembrado na exposição. O burburinho de uma reunião do ex-governador Arthur Bernardes, em que discute decisões de sua administração entre 1918 e 1922, é outro “segredo” revelado pelo Palácio.

Para Anastasia, os mineiros vão ter a oportunidade de conhecer a história daqueles que tiveram papéis importantes não só no estado, mas na política nacional. As visitas serão gratuitas nos finais de semana e feriados.

Tags: , , , ,

Deixe aqui sua opinião

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: